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UFBA reafirma proposta para ano letivo de 2021

Foto: Felipe Iruatã

O Conselho Universitário, órgão deliberativo da Universidade Federal da Bahia, reafirmou sua posição de não colocar em risco a vida dos integrantes da comunidade no semestre letivo suplementar a iniciar-se no dia 22 de fevereiro.

Em nota distribuída, por e-mail, para cada um dos cadastrados no estabelecimento, sejam docentes, discentes ou servidores, o conselho destaca ainda, sua determinação em cumprir, com autonomia, sua missão própria de ensino, pesquisa e extensão.

Os dirigentes acadêmicos entendem inexistir mecanismo seguro, eficaz e universal de imunização ao coronavírus, descartando a possibilidade de aulas presenciais ou outro tipo de atividade de campo.
Mas admitem a necessidade de retomar a regularidade do fluxo de oferta de componentes curriculares, respeitando as melhores condições de segurança sanitária, visando a formação discente.

Queixas de estudantes – Em relação às queixas de estudantes, devido à suposta baixa oferta de disciplinas, o Conselho admite a importância de ampliar o número de componentes obrigatórios e optativos a fim de garantir o bom funcionamento dos cursos.

Todos os professores estão convocados a trabalhar um mínimo de carga horária como forma de atender a esta demanda dos alunos a fim de cumprir o objetivo proposto pela universidade.

Os colegiados e departamentos estão acolhendo sugestões de aprimoramento da comunidade para melhorar a rotina produtiva de aulas e avaliações realizadas em ambiente digital neste segundo semestre de 2020.

“Eu estou cansada, está todo mundo cansado – da doença, de ficar em casa, de todas essas restrições, Mas agora, finalmente, temos essa luz no fim do túnel e eu sou a prova”

Maria Lúcia Possa, pesquisadora brasileira, em entrevista à GloboNews, após ser uma das primeiras pessoas no mundo a receber dose da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e pela BioNtech, no Reino Unido, ontem

Nova frente mineral

Virá do Espírito Santo a nova empresa para extração de minério na Bahia, a saber, a Pedreiras do Brasil, vencedora de licitação aberta pela autarquia do governo do Estado, Companhia Baiana de Pesquisa Mineral. O município de Belmonte, no Sul da Bahia, será a sede das instalações voltadas para exploração de areia silicosa, matéria-prima da produção de sílica, utilizada em aparelhos de alta tecnologia. O minério é usado em fibras óticas, com ampla utilização nas novas tecnologias de comunicação e placas solares. Em um prazo de até seis meses a Pedreiras do Brasil planeja iniciar a extração de minério bruto e, em dezembro de 2021, deve começar o beneficiamento com a implantação de uma indústria para produção de quartzo artificial.

MP entrega cestas básicas

O Ministério Público Estadual, por meio do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e População LGBT (Gedem), realiza amanhã distribuição de cestas básicas à população transexual e travesti, às 10h30, na sede do Gedem, em Nazaré. A ação, iniciada no mês de junho, é fruto de uma parceria do projeto “Luto por Elas”, do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (Caodh), com a Associação Classista de Educação e Esporte da Bahia (Aceb), o Grupo Identidade Trans e a Secretaria de Segurança Pública/Polícia Militar (Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos). Serão beneficiadas trans e travestis pertencentes ao projeto Florescer.

Durante os seis meses do projeto foram distribuídas 75 cestas básicas. Segundo a coordenadora do Gedem, promotora de Justiça Sara Gama, o objetivo é prestar apoio à população transexual e travesti em situação de vulnerabilidade social, agravada em razão da pandemia da Covid-19.

Inovação made in Bahia

Um trabalho de implementação e confecção de órteses, realizado no interior da Bahia, está sendo reconhecido nacionalmente como prática inovadora na administração pública. Desenvolvido por cinco terapeutas ocupacionais do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), o projeto acaba de faturar o terceiro lugar no 24º Concurso de Inovação no Setor Público, promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

Utilizando materiais de baixo custo, as profissionais de saúde conseguiram melhorar a qualidade do internamento dos pacientes e até reduzir riscos de sequelas. O projeto – que já havia sido contemplado em 2019 pelo governo estadual com o Prêmio Boas Práticas realizado pela Secretaria da Administração – foi o único da Bahia este ano à chegar à fase final do concurso nacional.

Crédito: A Tarde.

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